Projeto da Omatapalo vence Prémio Nacional do Imobiliário em Portugal

O The Lince Santa Clara Historic Hotel, construído pela Omatapalo – Engenharia e Construção, foi eleito Empreendimento do Ano no Prémio Nacional do Imobiliário 2025, evento organizado pela revista Magazine Imobiliário e realizado na noite de 27 de Março, no Hotel Vila Galé Sintra. O projecto, que transformou um antigo mosteiro em Vila do Conde num luxuoso hotel, representou um investimento de 19 milhões de euros pela promotora Slicedays Hotelaria. O empreendimento foi ainda distinguido na categoria de Turismo, numa cerimónia que premiou 13 projectos nas áreas da habitação, escritórios, reabilitação e sustentabilidade. Na categoria Habitação, o destaque foi para a promotora Avenue, que venceu com o empreendimento Villa Infante (60 milhões de euros). A empresa também arrecadou os prémios Habitação Norte, com o edifício Bonjardim (65 milhões de euros), e Excelência em Eficiência & Sustentabilidade, com o projecto Sandwoods (70 milhões de euros). Texto: Soque Soque Foto: Cedida  

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Circular rodoviária de Saurimo impulsiona economia local

O Presidente da República, João Lourenço, inaugurou ontem a Circular Rodoviária de Saurimo/EN230, uma obra de 60 km que promete transformar a mobilidade e impulsionar o crescimento económico da Lunda Sul. A estrada, construída pelo consórcio OMATAPALO Engenharia e Construção e Mota-Engil Angola, conta com 11 metros de largura, duas vias, iluminação pública e sistemas de drenagem. Com um investimento de 42,15 mil milhões de kwanzas, a empreitada gerou 3.000 postos de trabalho directos e indirectos, dinamizando a economia local. Edmar Manuel, porta-voz da OMATAPALO, destacou que a infraestrutura foi desenvolvida com “padrões técnicos modernos” para garantir durabilidade e melhorar a circulação de mercadorias e a competitividade empresarial. A inauguração contou com a presença do Ministro das Obras Públicas, Carlos Alberto dos Santos, e do Governador da Lunda Sul, Daniel Félix Neto. Por: @esteves__francisco Foto: DR

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Empresas angolanas ficam apenas com 2% dos contratos nos petróleos

As empresas angolanas ficaram apenas com 1,8% dos contratos de bens e serviços da indústria de petróleo e gás desde a entrada em vigor, há quatro anos, da Lei do Conteúdo Local, evidenciando uma distribuição desproporcional dos recursos do sector, ou seja, dos 72,8 mil milhões USD movimentados durante esse período, apenas 1,4 mil milhões USD beneficiaram as empresas locais, enquanto 98% dos contratos de bens e serviços foram atribuídos às empresas estrangeiras, segundo contas feitas pelo Expansão com base no valor que o sector gasta anualmente em bens e serviços estimado em 18,2 mil milhões USD. No que respeita ao capital humano, nos últimos quatro anos registou-se a eliminação de 102 mil postos de trabalho, dos quais 76 mil eram ocupados por profissionais angolanos, resultando numa perda anual de 7,2 mil milhões USD em salários que deixaram de circular na economia nacional. Estes factores tornam mais difícil atingir a meta de 20% de conteúdo local na indústria de petróleo e gás. Especialistas ouvidos pelo Expansão são unânimes em considerar que a falta de fiscalização das autoridades competentes e a ausência de mecanismos de monitorização tem comprometido a sustentabilidade do sector, tornando imperativa a correcção de lacunas na aplicação da Lei (Decreto Presidencial 271/20 de 20 de outubro). Outros afirmam que os resultados da política de conteúdo local indicam uma visão diminuta do tamanho, importância e da real capacidade do sector petrolífero para impulsionar o crescimento e desenvolvimento económico do País. Outra questão que preocupa as empresas tem que ver com a exigência de pagamento em moeda nacional, que tem prejudicado significativamente as prestadoras de serviços angolanas, outro argumento utilizado para justificar a revisão do Aviso 20/12 do BNA ou a adopção de medidas executivas que viabilizem pagamentos em divisas. Por: Caliques Foto: Reprodução GO

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“Peço desculpas em nome do Governo de Angola” Vera Daves de Sousa

A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, reconheceu que algumas decisões do Executivo parecem dificultar intencionalmente a vida dos cidadãos e assumiu a responsabilidade em nome do Governo, entretanto, clarificou que não é este o caso, e que esforços têm sido feitos para que Angola seja próspera e os angolanos felizes. “Tenho consciência de que, às vezes, parece que é de propósito complicar a vida do cidadão, e peço desculpas por isso em nome do Governo de Angola”, afirmou a governante, numa entrevista à revista Economia & Mercado. A ministra garantiu que o Executivo está consciente das dificuldades da população e que há espaço para melhorias, mas apelou também ao envolvimento dos cidadãos na construção de um futuro melhor para Angola. Por: @esteves__francisco Foto: DR Fonte: E&M

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João Lourenço inaugura Casa do Kwanza

O Presidente da República, João Lourenço, inaugurou, na manhã desta quinta-feira, a Casa do Kwanza, localizada na Zona Económica Especial, em Icolo e Bengo. A infra-estrutura, pertencente ao Banco Nacional de Angola (BNA), funciona como um centro logístico para armazenamento e tratamento de notas, gerindo a circulação do dinheiro no mercado monetário. Com tecnologia avançada, a Casa do Kwanza tem capacidade para armazenar mais de 800 milhões de notas, reforçando a segurança e a eficiência no manuseamento da moeda nacional. Por: @esteves__francisco Fonte: JA Imagem: Contreiras Pipa| Edições Novembro

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“O nosso ambiente de negócios hoje é melhor do que no passado” Arlindo Rangel

O Presidente do Conselho de Administração da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), Arlindo das Chagas Rangel, afirmou que o ambiente de negócios em Angola tem registado melhorias, mas ainda há desafios a superar. “O ambiente de negócios, nós hoje estamos melhor do que estávamos ontem. Se nos perguntar se é o ideal, não, não é o ideal, falta”, reconheceu o responsável, sublinhando que o país continua a trabalhar para atingir um nível mais satisfatório. Segundo Rangel, as leis e regulamentos angolanos equiparam-se às de outras partes do mundo e apelam às boas práticas. No entanto, destacou que o ambiente de negócios depende da atuação de várias instituições, algumas avançando mais rapidamente que outras. Durante um encontro com o encarregado de negócios do Reino Unido para África e o novo embaixador britânico, Rangel relatou que os diplomatas manifestaram surpresa com a realidade angolana. “Diz que tem uma opinião completamente diferente. Às vezes, nós temos que vir e sentir, ouvir as pessoas e ver com os nossos próprios olhos”, afirmou. Quanto ao impacto do investimento estrangeiro, o PCA da AIPEX destacou que há várias intenções de investimento, alguns já em curso, enquanto outros procuram financiamento para sua implementação. “Penso que as coisas vão acontecer paulatinamente. O investimento é decidido pelos investidores de forma apontada”, concluiu. Texto: Soque Soque Foto: DR

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Banca comercial lucra 892 mil milhões Kz em 2024

A banca comercial registou um lucro acumulado de 892,0 mil milhões Kz em 2024, o que representa um crescimento de 15% (+ 119,5 mil milhões Kz) face aos 773,5 mil milhões Kz contabilizados em 2023, de acordo com cálculos do Expansão com base nos balancetes trimestrais divulgados pelas instituições bancárias. Assim, os bancos somam o maior lucro de sempre em kwanzas dos últimos dois, ultrapassando assim o registo de 2023, tal como aconteceu no ano passado, graças à depreciação do kwanza, que registou o nível mais baixo da década ao chegar 952 Kz por cada nota de 1 dólar em Outubro, o que contribuiu para o crescimento dos resultados cambiais e consequentemente dos resultados líquidos da banca comercial. Quando convertidos em dólares, os resultados líquidos dos bancos comerciais caíram 9%, ao passar de 1,1 mil milhões USD para 1,0 mil milhões USD, como consequência da depreciação da moeda nacional. Os números alcançados em 2024 estão longe de ser o maior lucro em dólares dos últimos dez anos, já que estão abaixo dos 1,4 mil milhões registados em 2018, precisamente o ano em que arrancou o processo de flexibilização da moeda nacional, em que o kwanza depreciou 46% face ao dólar. Foi o maior lucro de sempre em kwanzas, ultrapassando o registo de 2023. No entanto, quando convertido para dólares, os lucros caíram 9%, ficando abaixo dos 1,4 mil milhões USD registados em 2018. Ou seja, em moeda nacional, foi um recorde, mas em dólares não foi o maior rendimento da década. Por: @esteves__francisco Fonte: Expansão Imagem: DR

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Comissão europeia condena tarifas de Trump e promete responder com medidas de protecção

A União Europeia (UE) reagiu com firmeza após o anúncio de Donald Trump de que os Estados Unidos irão impor tarifas de 25% sobre as importações de alumínio e aço a partir desta segunda-feira. A Comissão Europeia afirmou que não vê “nenhuma justificação” para a imposição dessas tarifas, que considera ser uma medida “injustificada”. Em comunicado, a Comissão sublinhou que irá “reagir para proteger os interesses das empresas, trabalhadores e consumidores europeus” caso a medida seja implementada. A UE destacou também que não irá responder a anúncios genéricos sem mais informações detalhadas, mas garantiu que agirá para proteger a economia europeia caso a decisão se concretize. Jean-Noël Barrot, ministro dos Negócios Estrangeiros francês, reforçou a posição da União Europeia, afirmando que a UE retaliará contra as novas tarifas de Trump, tal como fez em 2018, quando o presidente norte-americano anunciou medidas semelhantes. “Vamos retaliar novamente”, afirmou Barrot em entrevista à TF1, sublinhando que a União Europeia não hesitará em defender os seus interesses. Por: Soque Soque

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Funcionários e agentes públicos beneficiarão de um aumento salarial na ordem dos 25 por cento

O instrumento jurídico, aprovado com 180 votos a favor e sem votos contra ou abstenção, vai permitir que, a partir de Março deste ano, os funcionários e agentes públicos se beneficiem de um aumento salarial na ordem dos 25 por cento. A ministra da Administração Pública Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias, ao prestar esclarecimentos aos deputados, durante a 1ª Reunião Plenária Ordinária da 3.ª Sessão Legislativa da V Legislatura da Assembleia Nacional, disse que o reajuste abrange um universo de 800 mil funcionários e agentes administrativos da Função Pública, incluindo militares. O reajuste, com retroactivos de Janeiro e Fevereiro, acrescentou a ministra, obedece aos princípios da diferenciação positiva e da hierarquia salarial de cada categoria. Por: Caliques

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Vera Daves empossa novos líderes da CMC, ARSEG e IGAPE

A Ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, deu posse, nesta segunda-feira, aos novos membros dos Conselhos de Administração da Comissão de Mercado de Capitais (CMC), da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG) e do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE). No acto, Vera Daves destacou o empenho dos quadros ministeriais e apelou ao pragmatismo e alinhamento entre as equipas para garantir resultados concretos. Elmer Serrão foi oficialmente empossado como Presidente do Conselho de Administração da CMC, tendo como Administradores Executivos Herlander Sandro Afonso Diogo e Vasco Januário. Na ARSEG, Filomena Manjata assume a liderança como Presidente, acompanhada pelos Administradores Aldemiro Gonçalves e Jesus Gonçalves Teixeira. Já no IGAPE, Álvaro Fernão foi empossado como Presidente do Conselho de Administração e recebeu as pastas em cerimónia realizada na tarde desta segunda-feira, com a presença de quadros da instituição. Por: Soque Soque

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