Portugal é ultrapassado pelos Países Baixos no ranking da FIFA

Portugal foi ultrapassado pelos Países Baixos no ranking da FIFA, tendo caído para o sétimo lugar de uma classificação que foi hoje divulgada e que continua a ser liderada pela Argentina, campeã mundial de futebol. pesar de ter alcançado a qualificação para as meias-finais da Liga das Nações A, afastando a Dinamarca nos ‘quartos’, e de os neerlandeses terem sido eliminados pela Espanha, Portugal caiu uma posição na hierarquia da FIFA, em contraponto com os Países Baixos. Por: Chelsea do Céu Fonte: Lusa

Ler mais

Hospital Cardeal do Nascimento realiza primeiras cirurgias a quistos mamários

As primeiras cirurgias para a remoção de quistos na mama, guiada por ecografia às mulheres que aguardavam há mais de um mês em lista de espera, começaram a ser feitas segunda-feira, em Luanda, no Complexo Hospitalar de Doenças Cardio-Pulmonares, Cardeal Dom Alexandre do Nascimento (CHDCP). Ao presidir o acto de abertura da campanha de cirurgias, a directora clínica do CHDCP, Francisca Kifica, disse que o procedimento é minimamente invasivo e tem duração de dez a quinze minutos, e, por dia, pretende-se operar 50 mulheres de uma lista de espera de 200 pacientes até ao término da campanha marcada para o dia 27 do corrente mês. Francisca Kifica frisou que se pretende tratar e mostrar à sociedade que além do diagnóstico que é feito pelo serviço de Radiologia, também pode ser feito a terapia com equipamentos modernos e técnicas menos invasivas. De acordo com a médica, que é especialista em cardiopneumologia, o CHDCP é de nível nacional e abrange mulheres dos 20 a 50 anos com diagnóstico de quisto da mama previamente elaborado com o seu relatório e histórico da doença”. Em relação aos sintomas, a directora clínica disse que o quisto da mama pode ser assintomático, variando de pessoa a pessoa, por ser colecções líquidas contidas num saco a nível da glândula mamária e que chega a ser incômodo para algumas mulheres. “Apelamos às mulheres a procurarem pelos serviços médicos para saberem do seu estado. As que já foram diagnosticadas e pretendem fazer a cirurgia, a unidade sanitária está disponível”, realçou. Por: Chelsea do Céu Fonte: OP

Ler mais

Palancas Negras proibidos de perder frente aos tubarões azuis

Nesta tarde, no Estádio 11 de Novembro, na capital do país, os Palancas Negras estão proibidos de perder com Cabo Verde, sob pena de vir a comprometer as aspirações de apuramento. O encontro está marcado para as 17:00, sendo que, em caso de vitória, a selecção angolana ascende ao primeiro lugar com dez pontos. Mas os pupilos de Pedro Gonçalves terão de torcer por um deslize dos Camarões e Líbia para que este objectivo seja materializado. Por: Chelsea do Céu Fonte: OP

Ler mais

Unita incentiva políticos deportados a processar o Estado Angolano após incidente no aeroporto

Recentemente, o governo angolano enfrentou uma onda de críticas após a retenção e deportação de vários políticos no aeroporto de Luanda, pouco antes de uma importante conferência organizada pela União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição. A deputada Mihaela Weba, representante da UNITA, não hesitou em se manifestar sobre o incidente e chegou a afirmar que a situação é um reflexo de um regime “tão frágil que tem medo de tudo”.   Entre os políticos que estavam a caminho da conferência em Benguela estavam o ex-candidato presidencial moçambicano Venâncio Mondlane, o ex-presidente do Botswana Ian Khama e o ex-presidente da Colômbia Andrés Pastrana. Todos foram detidos e deportados, gerando um clima de tensão e indignação, principalmente no seio da oposição. A UNITA, em resposta, exigiu um pedido de desculpas formal do presidente João Lourenço pelo ocorrido, considerando a atitude como uma violação dos direitos fundamentais.   Em entrevista à DW África, Mihaela Weba expressou seu apoio à ideia de Venâncio Mondlane, que sugeriu que os visados processassem o Estado angolano por danos. A deputada ressaltou que, embora a UNITA não se envolva diretamente no processo, apoia completamente a ideia de responsabilizar o governo angolano por ações que considera como uma clara violação das normas constitucionais e internacionais.“Não podemos continuar a ter dirigentes angolanos que violam constantemente regras e princípios constitucionais e internacionais. O Estado tem de ser penalizado de alguma forma,” afirmou Mihaela Weba.   Segundo a deputada, o incidente de 13 de março deixou claro que, em Angola, o Estado de Direito não funciona como deveria. Ela também apontou que o tratamento dispensado aos políticos deportados serve de exemplo para que o mundo veja como os direitos humanos e as liberdades são frequentemente violados no país.   Embora a UNITA tenha se manifestado firmemente contra o incidente, Mihaela Weba deixou claro que a responsabilidade de tomar ações legais recai sobre os próprios visados, ou seja, os políticos deportados. Ela afirmou que os prejudicados são as pessoas que foram impedidas de entrar e que o incidente é um fundamento legítimo para que o Estado angolano seja responsabilizado.   A deputada também refletiu sobre a possível percepção de que a UNITA sairia fortalecida politicamente com o episódio. Para ela, a situação acaba por ser um “troféu” para todos que defendem a democracia, já que o ocorrido expõe de forma clara a fragilidade do governo angolano. Mihaela Weba sugeriu que o incidente no aeroporto é um reflexo do medo do regime de João Lourenço, que vê ameaças até em uma simples conferência internacional com opositores africanos.“Quando os regimes estão para cair, têm medo de tudo. Veem fantasmas em tudo, e eles viram um fantasma numa simples conferência internacional em que todos os opositores de África estariam juntos,” afirmou Mihaela.   A visão sobre Venâncio Mondlane e o impacto para Angola Durante a entrevista, Mihaela Weba também comentou as reações de algumas vozes da sociedade civil que se opuseram ao repatriamento de Venâncio Mondlane, alegando que ele poderia trazer instabilidade para Angola, devido à sua experiência política em Moçambique. A deputada discordou dessa visão, enfatizando que os angolanos sabem o que querem e que o país tem suas próprias experiências e processos históricos que não podem ser comparados com os de Moçambique.“Os angolanos abraçaram a paz há 23 anos. Eu entendo que Moçambique não é Angola, os processos são completamente diferentes,” defendeu a deputada.   Agora, com a pressão sobre o governo angolano aumentando, resta saber se o presidente João Lourenço irá realmente pedir desculpas pelo ocorrido e se haverá uma resposta formal do Estado angolano diante das acusações. Enquanto isso, a UNITA continua a se posicionar como uma das principais vozes de oposição, utilizando o incidente como um ponto de mobilização política para fortalecer a democracia em Angola. Com a situação ainda em desenvolvimento, será interessante observar se os políticos deportados irão tomar ações legais e como o governo de Angola lidará com essa crescente pressão internacional.     Saiba mais em: revistadeluanda.com   Por: Chelsea do Céu Fonte: DI

Ler mais

Tribunal tem cinco dias para decidir acusações contra generais Kopelipa e Dino

A equipa de juízes da Câmara Criminal do Tribunal Supremo, encarregada do processo que envolve os generais Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa” e Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino”, tem cinco dias para responder aos mais de dez requerimentos interpostos pelos advogados dos arguidos, entre os quais o pedido de absolvição de alguns dos crimes por alegadamente terem sido abrangidos pela Lei de Amnistia de 2016 A juíza presidente da causa, Anabela Valente, suspendeu, ontem, a audiência até próxima terça-feira, com o propósito de conferir a possibilidade de a equipa de representantes do Ministério Público, encabeçada pelo procurador Lucas Ramos, e a de juízes, da qual faz parte, analisarem os requerimentos apresentados pelos defensores dos arguidos de modo a darem a resposta cabal. Entretanto, a decisão tomada pelo colectivo de magistrados judiciais, do qual fazem parte os juízes conselheiros Raul Rodrigues e Inácio Paixão, vai determinar os passos subsequentes deste julgamento que corre os seus trâmites legais na Câmara Criminal do Tribunal Supremo pelo facto de os dois generais gozarem de foro especial. “Concedeu agora cinco dias para que o Ministério Público possa oferecer a sua defesa em relação, no fundo, é respeitando o direito do contraditório, em relação às questões prévias colocadas pela defesa. Depois do Ministério Público apre- sentar as questões, o Tribunal terá de decidir sobre elas, sobre todas as outras questões prévias que foram colocadas”, afirmou o advogado Benja Satula, em declarações à imprensa, no final da audiência.   Por: Chelsea do Céu Fonte: O País

Ler mais

Viva Seguros reforça ligação com a imprensa na 2.ª edição do “Matabicho com Jornalistas”

Aconteceu na manhã de hoje, numa das unidades hoteleiras de Luanda, a 2ª edição do evento “Matabicho com os Jornalistas”, organizado pela VIVA Seguros. Com dois anos de existência, a Seguradora VIVA Seguros, partilhou no encontro exclusivo com a classe Jornalística e não só, os principais marcos de 2024 e a sua estratégia para 2025, com abordagem de temas relevantes como o desempenho financeiro do último ano, o crescimento, a inovação no sector, o impacto social do Seguro Agrícola e novas soluções para protecção financeira das famílias angolanas. A escolha desta data teve um simbolismo especial, pois para a seguradora, o Dia do Pai reforça valores essenciais como protecção, responsabilidade e segurança para o futuro. Assim como um pai cuida e protege os seus, A VIVA Seguros desempenha um papel crucial, se compromete na construção de um futuro mais seguro e previsível para as famílias e para a sociedade angolana. O encontro reuniu jornalistas de vários meios de comunicação do país, bem como membros da Comissão Executiva da VIVA Seguros, com destaque para o administrador executivo, Diamanama Vimpi, e o assessor do Conselho de Administração, Emanuel Barbosa. Por: Chelsea do Céu

Ler mais

Ucrânia aceita cessar-fogo de 30 dias com a Rússia

“A Ucrânia manifestou a sua disponibilidade para aceitar a proposta dos Estados Unidos de declarar um cessar-fogo imediato de 30 dias, que pode ser prolongado por acordo mútuo entre as partes e está sujeito à aceitação e posterior implementação pela Federação Russa”, refere a declaração. O texto refere que os Estados Unidos comunicarão às autoridades de Moscovo “que a reciprocidade russa é fundamental para alcançar a paz”. O entendimento prevê igualmente o levantamento da suspensão da partilha de dados dos serviços de informação norte-americanos com as autoridades ucranianas. A declaração conjunta destaca ainda a importância de tomar, durante o cessar-fogo proposto, medidas humanitárias como “a troca de prisioneiros de guerra, a libertação de civis detidos e o regresso de crianças ucranianas transferidas à força” para territórios sob controlo russo ou para a Federação Russa. Ambas as delegações concordaram também em nomear as respetivas equipas de negociação para um processo de paz com a Rússia. Após o diálogo das delegações dos Estados Unidos e da Ucrânia em Jeddah, na Arábia Saudita, as partes também se comprometeram a chegar “o mais depressa possível” a um acordo sobre “exploração conjunta dos recursos minerais ucranianos”. Este acordo deverá permitir “a expansão da economia ucraniana” e que o país invadido pela Rússia receba garantias de “prosperidade e segurança a longo prazo” e, por outro lado, que Washington recupere o valor da ajuda financeira e militar transferida para Kiev durante a guerra. Por: Caliques Foto: reprodução CV

Ler mais

“Peço desculpas em nome do Governo de Angola” Vera Daves de Sousa

A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, reconheceu que algumas decisões do Executivo parecem dificultar intencionalmente a vida dos cidadãos e assumiu a responsabilidade em nome do Governo, entretanto, clarificou que não é este o caso, e que esforços têm sido feitos para que Angola seja próspera e os angolanos felizes. “Tenho consciência de que, às vezes, parece que é de propósito complicar a vida do cidadão, e peço desculpas por isso em nome do Governo de Angola”, afirmou a governante, numa entrevista à revista Economia & Mercado. A ministra garantiu que o Executivo está consciente das dificuldades da população e que há espaço para melhorias, mas apelou também ao envolvimento dos cidadãos na construção de um futuro melhor para Angola. Por: @esteves__francisco Foto: DR Fonte: E&M

Ler mais

Mares do país estão a ficar sem peixe

A captura de pescado em Angola será reduzida em 30% em 2025, passando para 218 mil toneladas, contra as 304.846 toneladas permitidas no ano passado. A decisão, estabelecida pelo Decreto Presidencial nº 57/25, visa proteger e conservar os recursos biológicos aquáticos, garantindo a recuperação da biomassa. A exploração excessiva tem levado à diminuição do pescado disponível, e especialistas alertam para o impacto directo na subida dos preços. Os armadores temem um aumento das importações numa altura em que o País já enfrenta forte pressão inflacionária. O economista Heitor de Carvalho alerta para a sobreexploração crescente dos mares e a incapacidade do Estado em controlar a redução da biomassa. Para ele, a única solução sustentável seria o investimento na aquicultura, mas o sector carece de conhecimento, tecnologia e mercado. Enquanto não se aposta na produção controlada, o cenário para a pesca continua crítico: sem medidas de preservação, o País pode enfrentar uma escassez ainda maior de pescado nos próximos anos. Por: @esteves__francisco Fonte: Expansão Imagem: Arquivo/DR

Ler mais

“Empreender em Angola é uma coisa doida!” Nuno Baio

“O Empreendedor”, ou simplesmente Nuno Baio como é amplamente conhecido, partilhou algumas verdades impactantes sobre os desafios de empreender, especialmente no contexto angolano. Apesar das dificuldades, reitera o seu compromisso em incentivar mais pessoas a explorarem o mundo do empreendedorismo. “Empreender é para duros e não podemos simplesmente romantizar! É uma mistura de ansiedade, depressão e stress ao mesmo tempo”, afirmou. Nuno destacou também a complexidade do ambiente de negócios em Angola, descrevendo-o como “uma coisa doida”. Com estas declarações, o empreendedor pretende alertar para os desafios reais do sector, sem, no entanto, desencorajar aqueles que desejam trilhar este caminho.

Ler mais