Angola regista ainda uma contaminação remanescente de 975 áreas minadas conhecidas, representando uma superfície estimada de 60 milhões de metros, revelou, nesta quarta-feira, em Luanda, o director-geral da Agência Nacional de Acção contra Minas (ANAM), Leonardo Severino Sapalo
Conforme o director, citado pela Angop, o custo estimado para a conclusão da desmi- nagem de todas as áreas minadas conhecidas ainda é elevado, pelo que o Executivo angolano continua a mobilizar e disponibilizar os recursos necessários, contando, igualmente, com o apoio da comunidade internacional.
Leonardo Sapalo falava na apresentação da sessão de vídeo do fotógrafo Cassandre Nativel, que serviu também para abordar o tema “uma Angola sem minas terrestres: oportunidades e desafios”.
O responsável disse que têm sido descobertas novas áreas minadas em várias localidades, com destaque nas províncias do Bié, Cuando, Cubango, Malanje, Moxico e Moxico Leste. Para si, as províncias do Mo- xico, Moxico Leste, Bié, Cuando, Cubango e Cuanza-Sul continuam no topo das preocupações no segmento da desminagem no país.
Por: Chelsea do Céu
Fonte: OP